quarta-feira, 14 de junho de 2017

Filme sobre amigo de Luís Gonzaga será exibido em Parnaíba


Grande vencedor do Cine PE no ano passado, com quatro troféus,
“Danado de Bom” conta a história de João Silva, um dos
maiores parceiros de Luiz Gonzaga e autor de mais de 3 mil canções

O longa-metragem “Danado de Bom”, grande vencedor do Cine
PE 2016, com os prêmios de melhor filme, fotografia, montagem
e edição de som, chega aos cinemas das principais capitais do
país no dia 29 de junho. No entanto, antes disso, será feito um
lançamento independente por algumas salas de cinema do país.
A primeira será no Piauí, na cidade de Parnaíba, em uma
sessão que acontecerá no feriado de Corpus Christi, próximo dia
15 de junho, às 20h, no Espaço Balaio, na rua São Vicente de
Paula 599 , Centro.

 “Danado de Bom” é produzido por Marianna Brennand e dirigido
por Deby Brennand. O filme conta a trajetória de João Silva,
parceiro constante de Luiz Gonzaga e um dos principais
compositores brasileiros, autor de mais de 3 mil músicas, entre
elas “Pagode Russo” e “Nem se despediu de mim”. O trailer
pode ser visto aqui: https://youtu.be/CSNiSw39HmY.

“Além de ter sido um dos maiores parceiros de Gonzaga,
João Silva foi produtor de seus discos de maior sucesso.
Quando Gonzaga passava por um período difícil na carreira
produziu o LP ‘Danado de Bom’. Foi a primeira vez que
Gonzagão atingiu essa emblemática marca de um milhão de
cópias vendidas”, conta Marianna Brennand, que conheceu a
história de João Silva no início de 2007. Segundo a produtora,
o artista tinha um desejo muito grande de ser reconhecido, de
voltar para os palcos e reencontrar seu público.


Para ela, ficou claro desde o inicio do projeto a necessidade
de promover um encontro de João com suas raízes.
“Foi essa pesquisa, no sertão profundo, que nos apontou o
caminho que o filme iria tomar”, pontua.
Dominguinhos, Trio Nordestino, Elba Ramalho, Mariana Aydar,
Zeca Baleiro, Gilberto Gil e Lenine participam do filme
com depoimentos ou em interpretações das músicas de João
Silva, que faleceu antes de ver o documentário finalizado.
“É muito difícil lançar o filme sem a presença dele. Acredito
que ele estaria emocionado, porque era o que ele queria: ser
reconhecido como artista. Ele brincava muito comigo sobre
isso”, lembra a diretora Deby Brennand, para quem a importância
do filme está em se tratar de um artista que o Brasil “conhece sem
conhecer”.


Além da participação no Cine PE, o filme foi exibido nos festivais
É Tudo Verdade, 8º IN-EDIT Brasil (Menção Honrosa do Juri),
9º Festival de Cinema de Triunfo (Melhor Longa-metragem
da Mostra Competitiva Nacional e Melhor Trilha Sonora pelo Júri
Popular).

Fonte: Blog do BSilva

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